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Tristeza

Tristeza, venha alegrar meu dia
inspirar minha poesia,
esgotar minha energia,
me fazer dormir na madrugada fria.

Tristeza fiel a mim, vem
temporária como vendaval,
sei que vai embora levando o mal
deixando a alegria me ocupar de volta

Tristeza, venha me deixar quietinha,
no canto esquecida, renovando a pele,
pele morta, suja de energia ruim.
Não tenho medo de ti!

Estou viva! Então vem tristeza!
Banhe-se nas minhas lágrimas
lave-me, leve-me e deixa-me,
como aquele que ontem me amou e sumiu.


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Eu vou até o sim

Vou ficar aqui
para além do fim
Depois que a vida me negar,
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Depois do não
sempre vem outro sim

Na vida
o tempo do sim é curto
o tempo do não,
sem fim.

Depois do não da vida
sempre virá outro sim

Outrossim
já que vim
Eu vou até o sim.

- Madalena Daltro

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A vida...

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quasi Credo che, ma è stato per questo
Sono arrivato qui? (Non sorridere più?)

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Soneto do Caixeiro

Soneto do Caixeiro

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Deixando o rastro do amante

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Lá fora só as belas jardineiras
Já vai longe o Caixeiro Viajante.


Madalena Daltro

autora@globomail.com

https://www.facebook.com/poesiabrasileira.br