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Olhos e olhares...

Os nossos olhos têm o tamanho do nosso olhar. Se olhares apenas para uma formiguinha, seus olhos serão do tamanho da formiguinha, mas se olhares para o céu, mesmo no escuro, seus olhos serão tão grandes, que dentro deles caberão a Lua e Júpiter... ao mesmo tempo. Madalena Daltro. https://www.facebook.com/poesiabrasileira.br

Façamos a vida valer a pena

A gente passa mais tempo morto, do que vivo... Há quanto tempo existe esta humanidade? E quanto tempo vivemos em idade? E quando a gente vem ao mundo... O que fazemos? Passamos mais tempo preso do que livre; mais tempo pobre do que rico; mais tempo burro do que sábio; mais tempo preocupado do que resolvido; Mais tempo atrapalhando, do que ajudando; Mais morto, do que vivo... Façamos a vida valer a pena!! Dê valor a tudo que tens, começando pelos rins e risos. ;-) Madalena Daltro autora@globomail.com

O profeta*, o ditado e a poeta

"A serra não se levanta contra o serrador, não é o machado que move o braço... Nem é o rabo que balança a vaca, Mas é a mosca que move o rabo do cavalo baio e o braço do lenhador..." - Madalena Daltro. *Isaías https://www.facebook.com/poesiabrasileira.br autora@globomail.com

Da visão de mundo...

Olá! Um digno formador de opinião, não impõe a própria opinião, mas com respeito, apresenta em pé de igualdade às várias opções de interpretações, e dá condições do indivíduo formar a própria opinião com base em critérios éticos. Não se deixe subjugar pelas eloquências das palavras e altos tons de vozes... E lembre-se: "Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce!" (Isaías) Vamos recusar as distorções e clarear a visão de mundo. O correto não prejudica o honesto. Bj! Madalena Daltro. autora@globomail.com https://www.facebook.com/poesiabrasileira.br https://www.facebook.com/madalenadaltro

Tributo à dignidade

Oláá!! Alguém aí? :-) Semanas atrás terminei a leitura do livro: Amor de Perdição, do escritor português, Camilo Castelo Branco. O livro escrito em 1861 é simplesmente formidável, talvez potencializado por se tratar de uma história real. Algumas dificuldades nas primeiras 3 ou 5 páginas, depois é uma leitura indescritível, a ponto de eu enrolar a leitura nas últimas páginas para tentar esticar o livro um bocadinho mais. A história de vida do autor é outro ponto maravilhoso. Mas por que estou falando sobre isso mesmo? ... Ah! Lembrei-me. Algumas passagens são tão aplicáveis nessa nossa realidade, que me causa novamente a sensação de que, essencialmente, nada muda. Ontem eu me lembrava daquele caso do motorista de ônibus de uma linha que fazia Nova Friburgo x Rio de Janeiro. Vamos recordar o caso: Joilson Chagas, em vistoria ao interior do ônibus, encontrou uma pasta com mais de 74 mil reais. Ele prontamente procurou o dono e devolveu o dinheiro. Curioso é que o Jo...