Pular para o conteúdo principal

Conto de Fada Fatigada entre a Cruz e a Espada.

"Gosto da Fada Sininho, da Barbie e da Bela Adormecida...
Gosto de Nossa Senhora de Fátima, Assunção e Conceição Aparecida...

Mas sou da linhagem das Fionas
e minha devoção é de
Santa Joana D'Arc
e
São Nuno de Santa Maria...

Como os de Santo Expedito
meus pés estão no chão.
O alto da torre é para as
Rapunzel, Fátima e
Assunção
Preciso de precisão
porque a mim sobrou o fel...

O meu Castelo,
É um elo casto, de lenço, sem véu ao vento,
atravesse o pântano para entrar na festa...
Lá, um tonel aguarda ardente,
com água doce, e sal com mel..."

- Madalena Daltro.

Comentários

  1. POESIA CHICK LIT,

    sal com mel deve ser absolutamente radical, deve valer mesmo à pena atravessar o pântano para entrar nesta festa.

    Estou indo!!!

    Aproveito para comunicar postagem nova no nosso blog, HUMOR EM TEXTOS.

    Abração carioca.

    ResponderExcluir
  2. FALTOU DIZER:

    em todos meus blogues disponibilizo meu e-mail, seria um enorme prazer contatar você.

    Um abração carioca.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada pela dica! :-)
      Vou registrar no perfil. (autora@globomail.com)
      Bjs!

      Excluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Eu vou até o sim

Vou ficar aqui
para além do fim
Depois que a vida me negar,
a morte dará seu sim

Depois do não
sempre vem outro sim

Na vida
o tempo do sim é curto
o tempo do não,
sem fim.

Depois do não da vida
sempre virá outro sim

Outrossim
já que vim
Eu vou até o sim.

- Madalena Daltro

autora@globomail.com

https://www.facebook.com/madalenadaltro

A vida...

A vida está me arrancando os dentes
para que eu não possa mais sorrir,
quase acredito nisso, mas foi pra isso
que cheguei até aqui? (Para não mais sorrir?)

La vita sta tirando i denti
affinché non posso sorridere più,
quasi Credo che, ma è stato per questo
Sono arrivato qui? (Non sorridere più?)

autora@globomail.com

https://www.facebook.com/madalenadaltro

https://www.facebook.com/poesiabrasileira.br

Soneto do Caixeiro

Soneto do Caixeiro

Em paz se deitam, e adormece
A amada, mas o relinchar abafado
Pelo espanto das trevas, lembra
A prece de uma alma penada.

Não é sonho, pesadelo,
Nem da mente alucinação.
O diabo se mostra lindo,
Jamais como assombração!

São os sons de galopes em fuga
Sob a densa nuvem de estrelas
Deixando o rastro do amante

Corre, abre a porta, é inútil!
Lá fora só as belas jardineiras
Já vai longe o Caixeiro Viajante.


Madalena Daltro

autora@globomail.com

https://www.facebook.com/poesiabrasileira.br