domingo, 1 de outubro de 2017

O Mundo Caracol na Feira de Literatura Infantil de Taubaté - FLIT 2017


Eu sumi por conta das vicissitudes da vida, não porque esqueci de você, por favor, me entenda.

Trouxe novidades.

O livro infantil: O Mundo Caracol na lista dos mais vendidos na FLIT - Taubaté-SP

Dá uma olhadinha e fica a dica para o dia das crianças.

http://sacizal.com.br/index.php/2017/09/12/lista-de-livros-mais-vendidos-na-flit-no-dia-11-de-setembro/

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Entrevista com Madalena Daltro



Entrevista com Madalena Daltro:



In: http://www.divulgaescritor.com/products/madalena-daltro-entrevistada/

Por Shirley M. Cavalcante (SMC)


Madalena da Conceição Daltro da Fonseca nasceu, no dia 22 de julho de 1973, na cidade do Rio de Janeiro. É casada e mãe de dois adolescentes.

Graduada em Estudos Sociais, licenciada em História e Geografia, pós-graduada em Arquitetura e Urbanismo e mestre em Gestão e Auditoria Ambiental.

Possui três livros publicados, dois de poesias e um infantil; e tem participação em diversas antologias no Brasil e em Portugal.

Atualmente reside no interior de São Paulo, é escritora, dona de casa e está cursando outra graduação.


“Foi assim que pensei em escrever e publicar um livro de poesias e ousei dar liberdade pra ele. Os livros precisam ser livres das amarras das gavetas.”


Boa Leitura!


Escritora Madalena Daltro é um prazer contarmos com a sua participação na Divulga Escritor, conte-nos o que mais a encanta na área literária?

Madalena Daltro - O prazer é meu por estar aqui. A liberdade, acho que é a liberdade que me encanta. Quando tinha 3 anos de idade fui morar em um distrito rural no Estado do Rio, fiquei lá 8 anos, sou filha única, não tinha primos, poucas crianças para brincar, que aliás só fui conhecer ao entrar na escola. Foi minha mãe quem me alfabetizou e os livros chegaram cedo, não pense que tive acesso a livros para a idade não! (risos) Eu mexia com livros de receitas culinárias, bíblia ilustrada, assim, antes de saber ler já experimentava a liberdade que os livros proporcionam, viajava vendo as ilustrações das paisagens bíblicas, das guloseimas.... E quando se está nessa situação, a imaginação segue os pássaros migratórios, os livros me faziam companhia, brincavam comigo e me levava aonde eu não podia ir.



Em que momento pensou em escrever “Poesia Chick Lit”?

Madalena Daltro - Curioso que eu estava em um momento de isolamento também, eu sempre escrevi, mas nunca havia publicado. Aos 39 anos mudei de Brasília, cidade onde morei por 10 anos, para o interior de São Paulo. Não conhecia ninguém, e nessa época, apenas ler e escrever não estavam mais suprindo os meus anseios, precisava expandir essa experiência, então reuni alguns escritos, escrevi coisas novas sobre experiências novas e antigas, e decidi compartilhar, tentar estabelecer contato com outras pessoas. Foi assim que pensei em escrever e publicar um livro de poesias e ousei dar liberdade pra ele. Os livros precisam ser livres das amarras das gavetas.



Como foi a escolha do Título?

Madalena Daltro - Foi difícil, mas eu queria que a poesia entrasse em outros nichos de leitores, e isso foi muito descaramento meu, (risos) querer penetrar com o primeiro livro em outro território literário, que é o Chick Lit.



Quais os principais desafios para seleção dos textos que compõe a obra?


Madalena Daltro - O desafio começa em mim. Faço uma seleção em um determinado dia, mas no outro dia quando vou rever o que selecionei, estou de outro jeito e já acho que aquela seleção não condiz com o que quero, e assim vai sucessivamente até que um dia eu canso, e digo é isso e ponto final (risos) e nunca mais volto ao livro. Um dos desafios é selecionar, o outro é aceitar a seleção feita. Muita gente é assim, mas para quem não é, pode achar estranho uma pessoa como o planeta Terra, cada um dos 365 dias do ano está de um jeito, sempre um pouquinho diferente, mais pra lá do que pra cá, mas ali, oscilando no eixo! (risos)



Se pudesse descrever o seu livro em duas palavras, quais seriam?


Madalena Daltro - Nossa é difícil essa! Mas o livro em todo teor revela uma:

Peregrinação feminina.



Seu livro infantil “O Mundo Caracol” é sucesso, adotado por escola se destaca no mercado literário, conte-nos um pouco sobre a obra.

Madalena Daltro - Ele nasceu de um sonho. É meu primeiro livro infantil. Sonhei que via um livro grande aberto na minha frente, eu não tocava nele, nem sei quem o segurava, um vento ia virando as páginas, e no canto superior das folhas surgiam os números das páginas dentro de espirais, eu não via o que havia nas páginas. Então eu acordei, sentei e escrevi.

Depois percebi a conexão que o livro trouxe, do espiral da concha de um bichinho desprezado, que se rasteja, que é o Caco, até a espiral das galáxias.

Então a história perpassa esses caminhos, desde sentimentos mesquinhos de desprezo como os das joaninhas do jardim onde o Caco vivia, até a grandeza de alma do sábio vaga-lume que amplia a visão de mundo de Caco. Os professores da educação infantil gostam de trabalhar a questão do bullying através desse livro e conectam com outras matérias também.



Onde podemos comprar os seus livros?

Madalena Daltro - Na livraria Cultura:

http://www.livrariacultura.com.br/busca?N=0&Ntt=Madalena+daltro

Na Saraiva: http://busca.saraiva.com.br/?q=O%20Mundo%20Caracol

Na editora: http://www.editorabarauna.com.br/mundo-caracol.html

Ou pelo e-mail: autora@globomail.com



Que tipos de textos gostas de ler?

Madalena Daltro - Os biográficos, romances, as poesias... Alguns livros foram cruciais para algumas tomadas de decisões na minha vida. Por exemplo, a decisão de vir morar no interior foi tomada ao terminar de reler Triste Fim de Policarpo Quaresma de Lima Barreto e A Cidade e as Serras de Eça de Queirós. Eles sentenciaram meu destino. Na verdade a minha vida foi moldada pelos livros: desde Poliana, polindo meu otimismo diante da vida; Cristiane. F. 13 anos drogada e prostituída, que me manteve longe das drogas; até Feliz Ano Velho, que me fez, até hoje, não mergulhar de cabeça. (Eu nado águas abertas, mas evito ao máximo mergulhar até mesmo em piscina.) Era menina recém-saída do interior, li esses livros muito nova, acho que fiquei muito impressionada...



O que mais a encanta na leitura destes tipos de textos?

Madalena Daltro - É esse poder mágico de transformar, de dar condições de desenvolver o autoconhecimento, de elevação humana. Eu sou daquelas leitoras bem interesseiras... (risos), sofro de ansiedade, e sempre tive urgência em viver, quero duas coisas ao mesmo tempo, otimizo a vida pra caber tudo nessa existência, então, um livro para mim não pode ser só entretenimento, ou uma distração, ele tem que ter valor agregado, me cutucar. E procuro oferecer esse valor agregado nos meus livros também, até em respeito ao, por vezes escasso, tempo do leitor. Sou muito só intimamente e ler a poesia de: Florbela Espanca, Guerra Junqueiro, ou as cartas de Vincent Van Gogh, por exemplo, faz eu me mais sentir viva, me faz ter companhia, me sinto mais gente, mais humana.



Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista. Muito bom conhecer melhor a escritora Madalena Daltro. Agradecemos sua participação no Portal Literário. Que mensagem você deixa para nossos leitores?


Madalena Daltro
- Sejam quais forem as questões da vida: amor, saúde, moda, arte, religião, sexo, culinária... Você sempre vai achar companhia, gatilhos para reflexão ou respostas nos livros. Desconheço desenvolvimento humano com qualidade de vida, sem leitura. A leitura amplia a nossa linguagem e a linguagem amplia nossa capacidade de raciocinar, de pensar, às vezes a gente empaca em alguma situação da vida por não termos recursos mentais para resolver os problemas. A vida é única, passa rápido não dá para viver no raso, e a leitura nos faz mergulhar mais fundo. Ler é uma questão de persistência, de luta, e cada livro lido é uma grande conquista.

Agradeço muito pela oportunidade e parabenizo a vocês por esse trabalho de fundamental importância para a divulgação e promoção da literatura.





Divulga Escritor unindo Você ao Mundo através da Literatura

https://www.facebook.com/DivulgaEscritor

divulga@divulgaescritor.com

Leia mais: http://www.divulgaescritor.com/products/madalena-daltro-entrevistada/

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Resquícios...

Resquícios de mim
pairam,
onde acaso e amor
piram....

- Madalena Daltro

autora@globomail.com

domingo, 13 de novembro de 2016

Soneto do Caixeiro


Soneto do Caixeiro

Em paz se deitam, e adormece
A amada, mas o relinchar abafado
Pelo espanto das trevas, lembra
A prece de uma alma penada.

Não é sonho, pesadelo,
Nem da mente alucinação.
O diabo se mostra lindo,
Jamais como assombração!

São os sons de galopes em fuga
Sob a densa nuvem de estrelas
Deixando o rastro do amante

Corre, abre a porta, é inútil!
Lá fora só as belas jardineiras
Já vai longe o Caixeiro Viajante.


Madalena Daltro

autora@globomail.com

https://www.facebook.com/poesiabrasileira.br

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Por que a bengala quebrou?

Olá, pessoal!

Vocês sabem que Salomão foi um grande rei, grande sábio, grande..., grande autor dos Provérbios, mas parece que ele não os lia...

Meio do estilo 'faça o que eu digo não o que eu faço'.

Diz a História que ele morreu devido a uma queda,
a sua bengala quebrou, ele caiu e morreu...

Por que a bengala se quebrou?

Porque os pequenos cupins, discretamente, dia a dia, a devoravam por dentro e o grande Salomão não percebeu...

Vamos atentar para as pequenas coisas, e ao se tratar de ser humano, vamos lembrar que as pessoas nunca são insignificantes.

‪Madalena Daltro‬

autora@gobomail.com

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Escrevo por necessidade de...


Fico admirada com quem escreve por vaidade e
para obter REconhecimento (já está no patamar de conhecer de novo...)

Enquanto isso... eu escrevo por necessidade de
alfabetizar a minha alma burra
e existir.

Madalena Daltro



https://www.facebook.com/poesiabrasileira.br

https://www.facebook.com/madalenadaltro/

autora@globomail.com

domingo, 15 de maio de 2016

A vida...


A vida está me arrancando os dentes
para que eu não possa mais sorrir,
quase acredito nisso, mas foi pra isso
que cheguei até aqui? (Para não mais sorrir?)

La vita sta tirando i denti
affinché non posso sorridere più,
quasi Credo che, ma è stato per questo
Sono arrivato qui? (Non sorridere più?)

autora@globomail.com

https://www.facebook.com/madalenadaltro

https://www.facebook.com/poesiabrasileira.br